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Leve a magia da Amazônia para o seu espaço com a nossa nova experiência de Realidade Aumentada! 🐸🐍

O projeto do LabLivre dá vida a artefatos incríveis, permitindo que você os explore em 3D de uma forma totalmente nova. Usando apenas a câmera do seu celular, você pode posicionar e caminhar ao redor de tesouros culturais como se eles estivessem realmente ali com você.

🐸 O Muiraquitã:
O lendário amuleto da sorte e poder, esculpido em pedra verde pelas Tapajós, as guerreiras amazonas. Diz a lenda que eram retirados do fundo do rio em noites de lua cheia e presentados aos homens amados. Ter um Muiraquitã em seu espaço é trazer para perto a força, a proteção e o misticismo da Amazônia ancestral.

🐍⛵ Os Brinquedos de Miriti:
Verdadeiras joias do artesanato paraense, criados a partir da fibra leve e macia da palmeira de Miriti, o "isopor da Amazônia". Nascidos da criatividade dos artesãos de Abaetetuba, esses brinquedos coloridos (cobras, barcos, tatus) são o símbolo máximo da cultura ribeirinha e uma das mais belas tradições do Círio de Nazaré. Cada peça carrega a alma da floresta e a genialidade do povo do Pará.

Como funciona?

Acesse o link no seu celular (https://lablivre.tec.br/virtual).

Escolha um dos três objetos.

Pressione "START AR"
De permissão de acesso a câmera
Aponte a câmera para uma superfície plana.
Movimente a câmera até aparecer um circulo branco
Clique no circulo branco e aguarde carregar a imagem

É uma ponte entre tecnologia e cultura, acessível para todos.

LINK: https://lablivre.tec.br/virtual/

Fake news um conceito para além da mentira

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Fake news não é apenas sinônimo de mentira. Trata-se de um verdadeiro ecossistema: um modelo de negócios inédito, tanto pela tecnologia utilizada quanto pelos meios de circulação e pelo mercado que movimenta.

Esse ecossistema envolve desde hardware e software inéditos — como os smartphones, já configurados para capturar e prender a atenção do usuário — até a infraestrutura de transmissão e armazenamento de dados e os modelos de negócios das operadoras de internet e das redes sociais. Tudo isso está ajustado em função da manipulação da vontade e do entendimento do mundo ao redor.

Ele se caracteriza por personalização, rapidez, amplo alcance, profundidade (com presença em várias redes sociais), pelo profundo conhecimento do uso dos algoritmos das plataformas digitais e, atualmente, pelo largo emprego de inteligência artificial. Soma-se a isso a negação de outras fontes de informação — incluindo o ataque e a tentativa de destruição das fontes tradicionais de informação.

A lógica é de produção em volume e em fluxo contínuo, com o objetivo de modificar a percepção da própria realidade. Além disso, é essencialmente multimídia, combinando texto, imagem, áudio e vídeo para potencializar seu impacto.

 ESTE ARTIGO ESTA EM AMPLIAÇÃO CONTINUA

Ecossistema das Fake News

  • Não é apenas mentira → Fake news formam um ecossistema complexo que envolve tecnologia, infraestrutura e negócios.

  • Base tecnológica

    • Hardware e software inéditos: smartphones e aplicativos desenhados para capturar e prender a atenção do usuário.

    • Infraestrutura de transmissão e armazenamento de dados: redes de telecomunicações e servidores que garantem rapidez e alcance global.

    • Modelos de negócios: operadoras de internet e redes sociais que monetizam a atenção, ajustando seus serviços para maximizar engajamento.

  • Características principais

    • Personalização: conteúdos moldados pelo perfil e comportamento do usuário.

    • Rapidez: disseminação instantânea.

    • Amplo alcance e profundidade: atuação em várias redes sociais ao mesmo tempo.

    • Algoritmos: uso estratégico das plataformas para potencializar impacto.

    • Inteligência Artificial: emprego crescente na produção e disseminação de desinformação.

    • Negações e ataques: destruição da credibilidade das fontes tradicionais de informação.

  • Lógica de funcionamento

    • Produção em volume e fluxo contínuo.

    • Com o objetivo de modificar a percepção da própria realidade.

  • Forma de atuação

    • Multimídia: combinação de texto, imagem, áudio e vídeo para maximizar engajamento e manipulação.

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Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho de 2025, reafirmamos que a resposta à crise climática exige mais do que políticas públicas e metas internacionais: ela exige inovação social enraizada na cultura, nos territórios e nas comunidades.

Com orgulho, o LabLivre, em parceria com a Rede Ajuricaba de Pontos de Cultura, FBOMS (Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento) e REDE GTA (Grupo de Trabalho Amazônico), apresenta ao Brasil e ao mundo a plataforma MobilizaCOP30 — uma solução em software livre construída de forma colaborativa para mapear, divulgar e articular ações sociais e ambientais rumo à COP30, que será realizada em novembro, em Belém do Pará.

Mais do que uma plataforma digital, o MobilizaCOP30 é um instrumento de soberania digital e ação coletiva, permitindo que comunidades, movimentos e organizações da Amazônia e de todo o Brasil se façam visíveis, conectados e estrategicamente posicionados neste momento histórico. É uma ferramenta que valoriza a cultura viva, protege os territórios e fortalece as vozes que resistem e reexistem frente à emergência climática.

Ao ser mencionada nas ações do Ministério da Cultura para o G20 e reconhecida como parte das estratégias culturais para a COP30, nossa iniciativa se torna um marco: a cultura não está à margem da crise climática — ela é central para as soluções.

Convidamos todas e todos a conhecer, utilizar e compartilhar o MobilizaCOP30. A luta contra a crise climática também é uma luta por visibilidade, conexão e futuro. E o futuro, como acreditamos no LabLivre, é coletivo, livre e amazônico.

🔗 Acesse mobilizacop30.redeajuricaba.org

 

REFERENCIAS:

https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/no-dia-mundial-do-meio-ambiente-minc-reforca-compromisso-em-articular-acoes-culturais-e-climaticas

https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202506/dia-mundial-meio-ambiente-minc-compromisso-acoes-culturais-climaticas 

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O uso das Inteligências Artificiais, seja de forma lúdica ou profissional, tem implicações profundas. Vamos refletir sobre seu uso como expressão artística, mas sem esquecer os impactos sociais, ambientais e econômicos que envolvem essa tecnologia.

1. QUANTO À ARTE
Sim, a IA pode ser uma ferramenta legítima para a produção artística, tal como são o Corel Draw, Photoshop, Krita, Blender e tantos outros softwares de arte digital. O problema não está no uso da ferramenta, mas na estrutura de exploração que se forma ao seu redor. A IA, quando utilizada por artistas conscientes e críticos, pode ser uma aliada da criação, da experimentação e até da democratização da arte. Mas, quando apropriada por grandes corporações, transforma-se em uma máquina de extração de valor baseada no roubo de trabalho e saber coletivo.

2. QUANTO AOS RECURSOS NATURAIS
Algumas IAs, especialmente os grandes modelos de linguagem e imagem (como o GPT ou o DALL·E), consomem quantidades absurdas de energia e recursos computacionais, gerando uma pegada ecológica preocupante. No entanto, esse consumo está diretamente ligado ao modelo de negócios predatório das big techs, que priorizam escala e lucro a qualquer custo, sem investir de verdade na eficiência e sustentabilidade. Um bom contraponto é o caso do DEEPSEEK, uma IA baseada em código aberto (software livre), que consome apenas uma fração dos recursos que grandes modelos proprietários consomem. Isso mostra que é possível sim desenvolver tecnologias mais leves, éticas e sustentáveis — desde que o objetivo não seja apenas lucro, mas benefício coletivo.

3. QUANTO AO CONTEÚDO
A questão do conteúdo usado para treinar essas IAs é uma verdadeira zona cinzenta. A falta de regulamentação (sim, REGULAÇÃO!) permite que empresas usem, indiscriminadamente, obras protegidas por direitos autorais, inclusive de artistas independentes, sem qualquer remuneração ou sequer reconhecimento. Enquanto há vastos acervos sob licenças livres (como a GPL, Creative Commons e outras) que podem e devem ser utilizados de forma transparente, as grandes plataformas se recusam a mostrar o algoritmo inacessível de seus datasets.

Pior: plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp (todos da Meta) já usam, por padrão, todo o conteúdo que você posta para treinar suas IAs. Há uma opção para recusar isso, mas ela exige um processo burocrático opaco, e você nunca saberá de fato se sua escolha foi respeitada.

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